19 de fevereiro de 2011

Enquanto escrevo...



Enquanto escrevo, os grilhões se afrouxam, minha mente vagueia fora da gaoila, meus pensamentos ficam leves. Entretanto, não consigo controlar o que vem a sair de mim... É automático.
Imagino se, todas as questões que levanto, não são apenas para jusificar meus erros, e encobertar minha falta de coragem? Claro que funciona, os outros até me acham pensadora, filósofa e tal, mas eu bem sei: convenço no papel.
Estive refletindo. Estou me auto-destruindo faz tempo. Na verdade, eu não quero ajudar, apesar de precisar. Será que já me acostumei a ficar ou a ser assim? Acho que gosto.

9 comentários:

  1. Vivendo e aprendendo ..algumas respostas você nunca terá.
    Mas algumas coisas depende da forma como você entende.Por exemplo,quando fala de auto destruição;o que significa pra vc? Talvez nem seja tão intenso quanto pensa,ou talvez sim,então é hora de se agarrar em alguma solução.
    Ou em se adaptar,já que vc gosta.
    BeejoO'

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  2. As vezes me pego pensando do mesmo jeito , preciso de ajuda mas não quero ser ajudada , porque essa ajuda me afastaria dos meus objetivos e não estou disposta a pagar tal preço!!!
    Beijos e muita força !

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  3. Tem vez que é assim mesmo que me sinto. Te entendo...

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  4. Olá... sou sua nova seguidora
    Penso em tudo o que faço ás vezes, para onde vai me levar... são tantas perguntas surgindo em minha mente, e quase sempre nenhuma resposta!
    Infelizmente as coisas são assim...
    enfim beijos girl

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  5. Ai flor, estou na mesma siiação que vc, na verdade se torna comodo pra nós não querer ajuda, nos virar sozinhas
    bjs

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  6. Ain princesa, melhoras tah ?
    Eu te adooroo

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  7. seus olhos estão vermelhos lágrimas incontrolável
    o que lhe causa tamanha dor?
    ela não sabe que dia essa dor vai passar
    ela se contorce por dentro sem reclamar

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  8. Ah, o gostinho agridoce da autopiedade, a dizimar os fios que nos prendem à vida, suspensos... Levante-se deste tapete verde-mangá e tome uma água bem vagarosamente, a sentir, cada gole: pronto, a coragem começou a entrar... Abração!

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